wmfelipe

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Web log
Web log

Sobre as coisas bonitas que não devemos lembrar

E-mail Imprimir PDF
Se alguém ler isso é capaz de pensar: "Porra, que besteira esse título! É claro que sempre devemos lembrar das coisas bonitas e bonitas..."
Mas eu digo que, não sempre.
Posso soar pessimista, mas não. Do que adianta lembrarmos de coisas e momentos bonitos se não o teremos de volta?

Por exemplo, ahh que bom o tempo em que eu podia ficar o dia todo andando de bicicleta, e brincando de comandos em ação, jogando bola de pé no chão, quando a unica preocupação era qual seria a próxima brincadeira. Pois bem, que tempo lindo e tudo mais, mas agora eu preciso servir ao sistema 8 horas por dia pra ganhar um dinheiro que não é meu. Então do que adianta lembrar dessas coisas bonitas? (som de grilos)
Última atualização em Seg, 12 de Julho de 2010 23:38
 

As linhas tortas

E-mail Imprimir PDF

Nesse momento eu quero que se fodam as linhas tortas do universo. E grande bosta com as merdas de ensinamentos que só são possíveis através de experiências ruins. E se alguém me dissesse que não, nesse momento, eu daria um chute no meio da cara do filho da puta, porque nada é mais gostoso do que descontar a raiva que sentimos de si mesmos, no próximo. É mais eficiente do que socar o guarda-roupas, ou chutar um animal, ou tanto faz, azar, não importa.

Última atualização em Ter, 06 de Julho de 2010 13:17
 

Música: Mania de ser

E-mail Imprimir PDF

Casa das Máquinas - Mania de ser
Composição: Pisca / Netinho / Catalau

Fiz transações pra poder entender
O que é a razão ao meu ver
Sem saber em que bicho vai dar
Minha mania de ser
De querer a missão de cantar
Pra mim só importa gostar
De você e o melhor pra nós dois
É pensar em amar
Não olhar para trás
Pra não ver os pecados banais
Não há tempo pra esperar
Quem não pode mais nos alcançar
Só ficou para trás
Quem não canta e não sabe amar.

Última atualização em Seg, 28 de Junho de 2010 13:50
 

Que bom

E-mail Imprimir PDF
Eu comecei a perceber algumas coisas legais tempos atrás. Na verdade eu já sabia de várias dessas coisas, mas realmente é difícil por em prática certas coisas.
É difícil qualquer coisa quando se pensa assim e não é fácil viver com a certeza de que nem sempre temos escolha. Eu tava falando sobre receber do universo aquilo que damos pra ele. E sim, nós recebemos dele aquilo que damos a ele, é só fazer o teste e comprovar.
E isso é assunto para mais um texto gay, sincero, que fala de amor, bichices, atração, tolerância, pensamento, e na verdade sobre qualquer outro assunto que pode facilmente surgir, principalmente se o assunto for toda a estupidez da humanidade que eu adotei como companheira por alguns dias, antes que os mesmos se tornassem uns dos mais importantes da minha vida.
 

Coragem, todos somos sozinhos

E-mail Imprimir PDF

Todos somos sozinhos nesse mundo. Não podemos contar realmente com alguém em todos os momentos. Isso é explicável quando sabemos que todo mundo é sozinho nesse mundo. Até podemos dizer que não, mas é verdade. Cada pessoa só pode contar consigo mesma (mas depois vou acabar me contradizendo), e mesmo quando outras pessoas se fazem presentes, nunca vai ser garantido que podemos contar com elas pra sempre. E pra não contrariar a lei de Murphy, realmente sempre estamos acompanhados de ótimas pessoas em ótimos momentos quando não precisamos realmente de alguém que tenha um pouco de consideração pra escutar alguma coisa que é importante pra alguém, fundamental...

Última atualização em Ter, 15 de Junho de 2010 05:56
 

Então

E-mail Imprimir PDF
Você, então, você, loucamente, vivi, lado, feliz, quis, feliz, você, então, você, calor, existência, feliz, mais um dia, prazer, vida, melodia.
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Final

E-mail Imprimir PDF

As bandeiras invertidas nos lembram de prestar atenção em coisas que, por serem tão “sem importância”, acabam passando despercebidas. Mais uma vez isso se torna uma questão de percepção. Mais uma vez podemos ver o mundo de cabeça para baixo, se assim ficarmos, ou não.

Tudo depende do que pensamos agora, e agora, a vizinha só conseguia pensar em um chá para acalmar e dar conforto ao seu coração tão quente e sensível quanto uma pedra dura na sombra.

Última atualização em Qui, 14 de Janeiro de 2010 09:28
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 5

E-mail Imprimir PDF

Em um momento errado de uma situação incerta, basta um ser humano não controlar um impulso que na melhor das hipóteses fora impensado, para que uma reação de mesma vibração ocorra.

- Minha amiga folha de papel, em que dia estamos? Qual o comprimento desse dia se o dia pode ser sempre?

Última atualização em Dom, 25 de Outubro de 2009 09:21
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 4

E-mail Imprimir PDF

Pois bem, em um certo momento de uma determinada situação, podemos pensar que temos a certeza de que o pensar é (ou não) um ato (fato) radical. Mas o radicalismo não seria apenas uma desculpa esfarrapada usada para acusar uma pessoa de estar fora da casa? E o que seria estar dentro da casa? E qual a graça de se estar dentro da casa se os acontecimentos mais notáveis acontecem fora da casa?

Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 3

E-mail Imprimir PDF
- Que tal tentar ler um livro super volumoso de uma vez só e sem desvio de atenção? Mesmo eu só tendo esse livro preto com mais de mil páginas de folhas finas?

Claro que isso jamais daria certo, mas com certeza é muito melhor ser uma peça de roupa na secadora. Escrevendo em máquinas giratórias, basta pensar naquela água toda, e o sabão e aquela bateção (se bem que a centrifugação é diver)...
Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 2

E-mail Imprimir PDF
Outrora quando sua totalidade mental perdia-se entre alguns segundos de espasmos, era possível ver diversas ondas em movimentos contínuos antes que outra situação fosse criada.

- Oh! Minha querida amiga folha de papel branco, eu tenho medo de ficar louca para sempre!

Dona folha por sua vez nada falava pois boca nunca teve, mas com um estranho movimento tentava quase em vão, mimicar algo que pudesse ser compreendido pelos padrões alterados de percepção da criatura até em tão ali, tão fora de si.
Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12
 


Página 1 de 3