wmfelipe

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Web log Web log A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 5

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 5

E-mail Imprimir PDF

Em um momento errado de uma situação incerta, basta um ser humano não controlar um impulso que na melhor das hipóteses fora impensado, para que uma reação de mesma vibração ocorra.

- Minha amiga folha de papel, em que dia estamos? Qual o comprimento desse dia se o dia pode ser sempre?

Mas era claro que a sensação de um sempre claro somado a falta de um relógio poderia confundir. Nesse caso o tempo poderia ser um só quase palpável, mas não bom pela falta de noites. O que seria tudo isso? Como seria fazer isso? E agora? E o dinheiro?

- Minha amiga, agora eu vejo que isso tudo não faz sentido! Isso tudo aqui não explica muita coisa. E agora? Amiga?

Em um profundo momento de uma situação esquecida, podemos claramente ter a certeza que após tantas besteiras lidas, todas são verdadeiras. Se não, qual seria o valor do significado de “infinitas possibilidades”? E aonde entrariam as possibilidades mais demoradas, conhecidas como impossibilidades?

Não devemos esquecer que criamos definições, e por vezes esquecemos que existem muitas definições que ainda sofrem por conta de uma criação que ninguém assume a autoria, a limitação.

Milagres podem ser exceção a regra, mas na verdade acredito que não, pois um longo período de lucidez fez com que a vizinha corresse feito uma louca em busca de ajuda.

- Minha amiga folha de papel, venha comigo para o hospital! Precisamos de ajuda antes que aquela sensação ruim volte.

Em um longo momento de uma situação pouca esperançosa, podemos ter a certeza de que até o tempo depende da percepção que temos do agora.

 

Por: Felipe Quinto Busanello

Última atualização em Dom, 25 de Outubro de 2009 09:21  

Comentar


Código de segurança
Atualizar