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A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Final

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As bandeiras invertidas nos lembram de prestar atenção em coisas que, por serem tão “sem importância”, acabam passando despercebidas. Mais uma vez isso se torna uma questão de percepção. Mais uma vez podemos ver o mundo de cabeça para baixo, se assim ficarmos, ou não.

Tudo depende do que pensamos agora, e agora, a vizinha só conseguia pensar em um chá para acalmar e dar conforto ao seu coração tão quente e sensível quanto uma pedra dura na sombra.

Última atualização em Qui, 14 de Janeiro de 2010 09:28 Leia mais...
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 5

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Em um momento errado de uma situação incerta, basta um ser humano não controlar um impulso que na melhor das hipóteses fora impensado, para que uma reação de mesma vibração ocorra.

- Minha amiga folha de papel, em que dia estamos? Qual o comprimento desse dia se o dia pode ser sempre?

Última atualização em Dom, 25 de Outubro de 2009 09:21 Leia mais...
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 4

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Pois bem, em um certo momento de uma determinada situação, podemos pensar que temos a certeza de que o pensar é (ou não) um ato (fato) radical. Mas o radicalismo não seria apenas uma desculpa esfarrapada usada para acusar uma pessoa de estar fora da casa? E o que seria estar dentro da casa? E qual a graça de se estar dentro da casa se os acontecimentos mais notáveis acontecem fora da casa?

Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12 Leia mais...
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 3

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- Que tal tentar ler um livro super volumoso de uma vez só e sem desvio de atenção? Mesmo eu só tendo esse livro preto com mais de mil páginas de folhas finas?

Claro que isso jamais daria certo, mas com certeza é muito melhor ser uma peça de roupa na secadora. Escrevendo em máquinas giratórias, basta pensar naquela água toda, e o sabão e aquela bateção (se bem que a centrifugação é diver)...
Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12 Leia mais...
 

A história de uma vizinha e seu chá de cogumelo - Parte 2

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Outrora quando sua totalidade mental perdia-se entre alguns segundos de espasmos, era possível ver diversas ondas em movimentos contínuos antes que outra situação fosse criada.

- Oh! Minha querida amiga folha de papel branco, eu tenho medo de ficar louca para sempre!

Dona folha por sua vez nada falava pois boca nunca teve, mas com um estranho movimento tentava quase em vão, mimicar algo que pudesse ser compreendido pelos padrões alterados de percepção da criatura até em tão ali, tão fora de si.
Última atualização em Dom, 20 de Setembro de 2009 13:12 Leia mais...
 


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